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... o brincar é por si mesmo uma terapia

D.Winnicott

Consulta psicologia crianças - sinais de alarme

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Devo consultar um psicólogo?  Esta é uma preocupação que muitos pais e educadores já terão enfrentado, inúmeras vezes. ​Não há uma uma resposta absolutamente directa e simples para esta questão. Contudo, há alguns sinais, ou seja, comportamentos, atitudes e outros sintomas na criança, para os quais devemos estar atentos. Acima de tudo importa perceber a frequência e a intensidade em que acontecem, bem como a sua ​duração. Tenha em conta que cada fase do desenvolvimento da criança tem os seus desafios, e que as dificuldades inerentes a cada etapa não são necessariamente problemas. Os pais conhecem os seus filhos melhor que ninguém e se sentem que algo não estará bem, provavelmente, não estará. Na dúvida, procure um especialista. Ficará mais tranquilo.

 

Aprender a brincar para "aprender a aprender"



Associado à indisponibilidade de usar os recursos que a criança dispõe, estará um conjunto de experiências incorporadas no seu mundo interno, que podem ser sentidas por ela de forma bastante angustiante.


A aprendizagem emerge como resultado das experiências anteriores, conscientes e inconscientes, podendo ser condicionada, por  fatores emocionais. A brincadeira tal, como as demais manifestações simbólicas, dará à criança ferramentas para aprender a lidar com suas emoções e afetos.

O meu filho tem “bichos carpinteiros”



A Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção (PHDA) caracteriza-se por um conjunto de sintomas que se manifestam, regra geral, de forma conjunta:



  • ​Grande dificuldade em se concentrar ou em permanecer atento

  • ​Ansiedade permanente e sem uma razão plausível

  • Dificuldade nas aprendizagens

  • Dificuldade em completar/terminar as tarefas (mesmo as mais simples)

  • Impulsividade e conduta tendencialmente desafiante ou opositora

  • Tiques e agitação motora sistemática

  • Inteligência por vezes acima da média, mas com mau desempenho académico ou profissional

Depressão Infantil: um problema real, nem sempre fácil de identificar



"Maria, com 5 anos é uma criança  sociável, que gosta de brincar com os seus pares e com os adultos que lhe são próximos .

As queixas dos pais estavam associadas aos pesadelos noturnos da Maria - ficava a soluçar durante bastante tempo até a conseguirem acalmar, sendo difícil voltar a adormecer. Como tinha enurese secundária (fazia xixi na cama) há cerca de um ano, os pais atribuíam o seu acordar assustado a esta situação.

O seu desenvolvimento estaria dentro da média. Contudo, os educadores referiam que ficava muitas vezes alheada, parecendo não prestar atenção ao que lhe diziam.​ ​Nem sempre acompanhava (ou não conseguia perceber) o que lhe era pedido. Quando não conseguia fazer algo, batia com o pé no chão e atirava com as coisas. Fazia birras “por tudo e por nada”  e as queixas de agressão aos colegas da sala ocorriam com alguma frequência.